Corporativo
Estratégico
Transparência
Sinergia
Proativo
Paradigma
Abrangência
Reengenharia
Portifólio
Dashboard
Priorização
Mentoria
Engajamento
Empowerment
Monitoração
Diretoria
Departamentos
Assessores
Salários
Cargos
Comissão
Vaidade
Empenho
Esforço
Medo
Intuição
Recompensas
Alianças
Segredos
Guetos
Corporação
Mostrando postagens com marcador empresa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empresa. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Resenha: O Mito do Empreendedor (E-Myth)
Ótimas dicas para o pequeno empresário evitar erros comuns
Ganhei esse livro de presente de aniversário de Anísio Neto, meu primo e sócio da Normando Transportes. Não poderia vir em melhor hora, pois o livro trata do sucesso nos empreendimentos. A primeira parte fala muito bem dos perfis do Técnico, Administrativo e Empreendedor, que todos temos. Acontece que muitos partem do pressuposto que "quem entende e faz bem um trabalho técnico é capaz de ter uma empresa no mesmo ramo". Grande armadilha! É preciso equilibrar os 3 papéis, em nós mesmos e entre os sócios. Descobri que na Normando estamos bem equilibrados nesse sentido.
Na segunda parte ele sugere tratar sua empresa como se fosse ter 5000 cópias dela. E dá o exemplo do McDonalds, "a maior micro-empresa do mundo". Um bom sistema de funcionamento que possa ser replicado é a chave para o sucesso. O autor sugere de um Processo de Desenvolvimento de Negócios, que permeia por todas as áreas da empresa. Numa linguagem simples e direta, usando ótimos exemplos, o livro nos estimula a queimar etapas de começar uma empresa de forma madura. Já estamos usando várias dicas na Normando Transportes.
Nesses slides é possível obter uma visão geral do livro.
domingo, 5 de abril de 2009
Desfragmentação Empresarial
Esse ano ainda não consegui retormar o ritmo de posts, mas isso não quer dizer que perdi interesse sobre o tema. Muito pelo contrário. Temporariamente abandonei um pouco, porém, a analogia com o software livre. Tenho buscado observar a minha própria empresa e todo o ambiente que me cerca.

A excessiva departamentalização, talvez herança de um Taylorismo exagerado, tende a criar várias empresas dentro de uma. Num contexto de empresas de governo, há quem diga que esse modelo verticalizado foi premeditado para facilitar privatizações. Essas "fatias de empresa" já tiveram sua valia, mas está na hora de repensar. É muita redundância, retrabalho e controles "burrocráticos" que não levam a lugar nenhum.
Empresa fatiada parece a cebola do Outback (não sei porque mas só me vem essa imagem na cabeça!)
Alguém inventou que todas as "fatias" da empresa tinham que dar lucro. Numa empresa de TIC, o faturamento vem prioritariamente do desenvolvimento e produção de soluções. Áreas meio, como a que cuida dos ambientes de redes locais, estações de trabalho e servidores de uso interno, não tem um fonte direta de receita. Resultado? Criam uma série de insumos para fazer um dinheiro virtual circular de um lado pro outro, gerando trabalho inútil para um bocado gente, ..., mas pra que? Outro dia eu estava negociando patrocínio prum evento do JavaBahia com uma dita grande empresa privada de TIC. Depois de uma "chorada" deles, fechei negócio, mas tive que ouvir "Esse valor está saindo do orçamento do RH, deveria vir da área de desenvolvimento". Qual a diferença? Não é tudo da mesma empresa? A marca que vai ser divulgada tem o carimbo do setor que entrou com grana? Esse pensamento gera desconfiança, atitude defensiva, "trairagem", competição destrutiva, etc, etc.
Bem, há que se diminuir essa fragmentação. O exemplo deve começar pela alta direção. Tradicionalmente cada Diretor tem algumas áreas "em baixo" e começa daí a divisão: Cada um olhando apenas para "sua área". São essas as primeiras barreiras que devem ser quebradas: realinhamento da diretoria. Daí em diante cabe a cada gestor procurar ter uma visão integrada e trabalhar com seus liderados para difundir um pensamento cooperativo. Mas não dá pra ficar apenas no discurso nem com ações isoladas. Medidas concretas devem ser definidas, executadas e acompanhadas de maneira coordenada. É uma espécie de PAC - Programa de Aceleração da Colaboração. Sugestões: Fundir unidades afins, eliminar "burrocracia", rever estrutura organizacional para reduzir níveis hierárquicos, trabalhar com gestão colegiada, buscar maior mobilidade de recursos (já falei aqui sobre trabalhar cada vez mais Projetizado), facilitar (e investir nisso!) o processo de comunicação, usar mais o nosso ao invés do meu. Parece difícil? Então é bom começar logo.....
Assinar:
Postagens (Atom)